Os videogames violentos alteram as funções cognitivas e emocionais do cérebro de jovens em apenas uma semana, segundo dados apresentados pela Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA).
O estudo, que utilizou os dados procedentes de ressonâncias magnéticas, submeteu à análise 22 homens entre 18 e 29 anos, que foram separados em dois grupos iguais.
Para obter dados comparativos, os indivíduos que jogaram durante a primeira semana foram submetidos a uma ressonância magnética enquanto realizavam várias tarefas.
Esse grupo mostrou uma menor ativação do lóbulo frontal inferior ao realizar as provas emocionais com palavras de ações violentas e não violentas, e também uma redução da atividade no córtex na hora de desempenhar tarefas numéricas. Na semana seguinte, livre dos games, essas mudanças cerebrais diminuíram.
Segundo o professor Yang Wang, os resultados demonstram que os jogos violentos têm um efeito a longo prazo nas funções cerebrais.
Washington, Eua.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
McDonald's é convidado a explicar denúncia de trabalho escravo
20 10 2011
http://youtu.be/shV7XJ4M5jE
20 10 2011
http://youtu.be/shV7XJ4M5jE
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Je Ne Veux Pas La Fin De Nous - Michael Jackson
Oui, le Roi du Pop também já cantou em francês. E a canção escolhida foi I Just Can’t Stop Loving You, que em francês levou o nome de Je Ne Veus Pas La fin de Nous (Não quero nosso fim). Veja abaixo o vídeo e a letra. O francês é bem fácil, você ousaria traduzi-la e compartilhá-la conosco?
Je Ne Veux Pas La Fin De Nous
Michael Jackson
Michael Jackson
Je ferme les yeux, je me sens fiévreux
Sans toi j’ai froid
J’aimerais t’appeler, j’aimerais prononcer que toi, que toi
Ce que je ressens personne ne comprend
Je me sens si bien de t’aimer
Pour la première fois je sais que c’est toi
J’ai besoin de rêver, je vais t’emmener
Sans toi j’ai froid
J’aimerais t’appeler, j’aimerais prononcer que toi, que toi
Ce que je ressens personne ne comprend
Je me sens si bien de t’aimer
Pour la première fois je sais que c’est toi
J’ai besoin de rêver, je vais t’emmener
L’été finira
Près du feu de bois on fera l’amour
Blottie contre toi je te dirai tout bas
Tu me rends folle
Ce que je ressens personne ne comprend
Je me sens si bien près de toi
J’en perd ma fierté, je ne veux plus tricher
La vérité pour moi c’est la vie avec toi
Près du feu de bois on fera l’amour
Blottie contre toi je te dirai tout bas
Tu me rends folle
Ce que je ressens personne ne comprend
Je me sens si bien près de toi
J’en perd ma fierté, je ne veux plus tricher
La vérité pour moi c’est la vie avec toi
Je ne veux pas la fin de nous
Je ne veux pas la fin de nous
Et si ca stoppe
Je crois que je deviendrais fou
Je ne veux pas la fin de nous
Je ne veux pas la fin de nous
Et si ca stoppe
Je crois que je deviendrais fou
Je ne veux pas la fin de nous
Et danser tout l’hiver sans toi c’est un enfer
Ne t’en vas pas et pouvoir t’embrasser
J’en tremble rien d’y penser
Tout te donner
Les femmes d’avant toi ne comptent même pas
J’ai oublié tout ton passé
Le terre pous trembler, la guerre éclater
Je supporterai tout
Écoute-moi mon amour
Ne t’en vas pas et pouvoir t’embrasser
J’en tremble rien d’y penser
Tout te donner
Les femmes d’avant toi ne comptent même pas
J’ai oublié tout ton passé
Le terre pous trembler, la guerre éclater
Je supporterai tout
Écoute-moi mon amour
Je ne veux pas la fin de nous
Je ne veux pas la fin de nous
Et si ca stoppe
Je crois que je deviendrais fou
Je ne veux pas la fin de nous
Je ne veux pas la fin de nous
Et si ca stoppe
Je crois que je deviendrais fou
Je ne veux pas la fin de nous
Notre amour brillera dans ce monde
Il m’a vraiment tout apporté
Donne-moi ton corps et ton âme
Pour te dire amour, toujours, je veux te garder
Je ne veux pas la fin de nous
Je ne veux pas la fin de nous
Et si ca stoppe
Je crois que je deviendrais fou
Je ne veux pas la fin de nous
Il m’a vraiment tout apporté
Donne-moi ton corps et ton âme
Pour te dire amour, toujours, je veux te garder
Je ne veux pas la fin de nous
Je ne veux pas la fin de nous
Et si ca stoppe
Je crois que je deviendrais fou
Je ne veux pas la fin de nous
domingo, 16 de outubro de 2011
MaxiMídia “ensina” como o mercado deve falar com as crianças
A imprensa já está atenta à discussão da regulação da publicidade dirigida a crianças. Hoje, 27 de setembro, mais uma vez um veículo de grande circulação dá espaço para o tema, com nota publicada na
coluna da Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo (veja ao lado). Não é a primeira nem será a última vez que o assunto será abordado, afinal trata-se de um interesse de toda a sociedade, principalmente dos pais contemporêneos.
No entanto, o mercado insiste em driblar essas discussões, ignorando o quão antiético é anunciar para um público vulnerável como o infantil, que ainda não tem senso crítico formado para fazer escolhas conscientes. E ao invés de buscar uma mudança de paradigmas para uma relação de respeito com a infância, as empresas trilham o caminho oposto.
“Venha ao MaxiMídia e aprenda a falar com quem mal aprendeu a falar”. Assim o MaxiMídia, um dos mais relevantes eventos da publicidade, anuncia o que os organizadores chamam de “um dos mais interessantes debates” da edição de 2011. E continuam: “Elas são pequenas só no tamanho. A influência que as crianças exercem sobre os adultos é imensa e os anunciantes sabem bem disso. Com uma legislação rigorosa sobre a comunicação direta com o público infantil, os anunciantes discutem como dialogar com as crianças sem ultrapassar barreiras. Afinal, como criar relevância para quem já tem uma vida tão dinâmica, no mundo físico e virtual, como a das crianças hoje?”. A mesa de debate é composta por velhos conhecidos: representantes de empresas líderes em seus setores, como McDonald’s, Nestlé, Mattel, Sony e Cartoon Networks.
Com vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e resoluções do poder Executivo, a regulação da publicidade dirigida ao público infantil entrou de vez na pauta política, mostrando a necessidade de limitar uma comunicação que se aproveita da vulnerabilidade infantil. Até os 12 anos, as crianças estão em fase de desenvolvimento psico-cognitivo e por isso ainda não compreendem plenamente os apelos sedutores para consumo. Quando expostas a essa comunicação persuasiva, são impactadas de forma avassaladora, o que contribui para uma série de problemas da vida contemporânea – obesidade, erotização precoce, materialismo, violência e estresse familiar, para enumerar alguns.
Mais uma vez o mercado prova que não tem intenção de mudar sua postura. Ao contrário, continua tentando encontrar brechas para mercantilizar a infância, fazendo de crianças pequenos consumidores fiéis às marcas. É essa a infância que queremos?




A imprensa já está atenta à discussão da regulação da publicidade dirigida a crianças. Hoje, 27 de setembro, mais uma vez um veículo de grande circulação dá espaço para o tema, com nota publicada na
coluna da Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo (veja ao lado). Não é a primeira nem será a última vez que o assunto será abordado, afinal trata-se de um interesse de toda a sociedade, principalmente dos pais contemporêneos.
No entanto, o mercado insiste em driblar essas discussões, ignorando o quão antiético é anunciar para um público vulnerável como o infantil, que ainda não tem senso crítico formado para fazer escolhas conscientes. E ao invés de buscar uma mudança de paradigmas para uma relação de respeito com a infância, as empresas trilham o caminho oposto.
“Venha ao MaxiMídia e aprenda a falar com quem mal aprendeu a falar”. Assim o MaxiMídia, um dos mais relevantes eventos da publicidade, anuncia o que os organizadores chamam de “um dos mais interessantes debates” da edição de 2011. E continuam: “Elas são pequenas só no tamanho. A influência que as crianças exercem sobre os adultos é imensa e os anunciantes sabem bem disso. Com uma legislação rigorosa sobre a comunicação direta com o público infantil, os anunciantes discutem como dialogar com as crianças sem ultrapassar barreiras. Afinal, como criar relevância para quem já tem uma vida tão dinâmica, no mundo físico e virtual, como a das crianças hoje?”. A mesa de debate é composta por velhos conhecidos: representantes de empresas líderes em seus setores, como McDonald’s, Nestlé, Mattel, Sony e Cartoon Networks.
Com vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e resoluções do poder Executivo, a regulação da publicidade dirigida ao público infantil entrou de vez na pauta política, mostrando a necessidade de limitar uma comunicação que se aproveita da vulnerabilidade infantil. Até os 12 anos, as crianças estão em fase de desenvolvimento psico-cognitivo e por isso ainda não compreendem plenamente os apelos sedutores para consumo. Quando expostas a essa comunicação persuasiva, são impactadas de forma avassaladora, o que contribui para uma série de problemas da vida contemporânea – obesidade, erotização precoce, materialismo, violência e estresse familiar, para enumerar alguns.
Mais uma vez o mercado prova que não tem intenção de mudar sua postura. Ao contrário, continua tentando encontrar brechas para mercantilizar a infância, fazendo de crianças pequenos consumidores fiéis às marcas. É essa a infância que queremos?




No entanto, o mercado insiste em driblar essas discussões, ignorando o quão antiético é anunciar para um público vulnerável como o infantil, que ainda não tem senso crítico formado para fazer escolhas conscientes. E ao invés de buscar uma mudança de paradigmas para uma relação de respeito com a infância, as empresas trilham o caminho oposto.
“Venha ao MaxiMídia e aprenda a falar com quem mal aprendeu a falar”. Assim o MaxiMídia, um dos mais relevantes eventos da publicidade, anuncia o que os organizadores chamam de “um dos mais interessantes debates” da edição de 2011. E continuam: “Elas são pequenas só no tamanho. A influência que as crianças exercem sobre os adultos é imensa e os anunciantes sabem bem disso. Com uma legislação rigorosa sobre a comunicação direta com o público infantil, os anunciantes discutem como dialogar com as crianças sem ultrapassar barreiras. Afinal, como criar relevância para quem já tem uma vida tão dinâmica, no mundo físico e virtual, como a das crianças hoje?”. A mesa de debate é composta por velhos conhecidos: representantes de empresas líderes em seus setores, como McDonald’s, Nestlé, Mattel, Sony e Cartoon Networks.
Com vários projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional e resoluções do poder Executivo, a regulação da publicidade dirigida ao público infantil entrou de vez na pauta política, mostrando a necessidade de limitar uma comunicação que se aproveita da vulnerabilidade infantil. Até os 12 anos, as crianças estão em fase de desenvolvimento psico-cognitivo e por isso ainda não compreendem plenamente os apelos sedutores para consumo. Quando expostas a essa comunicação persuasiva, são impactadas de forma avassaladora, o que contribui para uma série de problemas da vida contemporânea – obesidade, erotização precoce, materialismo, violência e estresse familiar, para enumerar alguns.
Mais uma vez o mercado prova que não tem intenção de mudar sua postura. Ao contrário, continua tentando encontrar brechas para mercantilizar a infância, fazendo de crianças pequenos consumidores fiéis às marcas. É essa a infância que queremos?
Consumers International lança ferramenta para monitorar marketing de alimentos
28/09/2011
A Consumers International (CI), organização sem fins lucrativos que une mais de 220 instituições internacionais de proteção ao consumidor, lançou um guia para governos e sociedades civis que queiram coletar dados sobre o marketing de alimentos não saudáveis para crianças.
O Manual para monitoramento de marketing de alimentos para crianças traz dicas de como criar padrões para definir o marketing dirigido a crianças, incluindo a categorização de comidas e bebidas não saudáveis, além de como interpretar os dados coletados.
A ideia é expor as estratégias de comunicação e o investimento multimilionário feito pela indústria para promover produtos com alto teor de gorduras, açúcares ou sal para crianças, possibilitando que essas informações sejam utilizadas para a criação de leis que regulem a questão.
O uso do marketing de alimentos direcionado ao público infantil já vem sendo debatido como um dos fatores contribuintes para o aumento dos níveis de obesidade e sobrepeso infantil em todo o mundo, e o seu monitoramento é inclusive uma das recomendações da OMS para a luta contra o problema.
Conheça o manual
http://www.consumersinternational.org/foodmanual
Conar arquiva denúncia da campanha do McLanche Feliz Rio
Conar arquiva denúncia da campanha do McLanche Feliz Rio
28/09/2011
O Conar divulgou no início de setembro seu novo parecer sobre a denúncia contra a campanha McLanche Feliz Rio. A decisão foi dada dois meses após o primeiro parecer, extremamente ofensivo ao Instituto Alana, em que o órgão chamava o Instituto de “bruxa” e minimizava o problema da obesidade infantil. Pressionado, o Conar reabriu a denúncia do Criança e Consumo, mas manteve a decisão de arquivamento do caso por unanimidade.
O motivo para o arquivamento final foi que, por ter sido exibido antes do filme, o anúncio não misturava seu conteúdo com o do longa, não havendo possibilidade de confusão entre propaganda e filme. Infelizmente, a realidade da campanha não era essa. A publicidade misturava realidade com ficção ao mostrar crianças voando junto com o Blu, personagem principal do filme.
Para o Projeto Criança e Consumo a ação é abusiva segundo o Código de Defesa do Consumidor e o próprio código de ética do McDonald´s, pelo qual a empresa se comprometeu a não direcionar publicidade para crianças em idade pré-escolar (menores de 6 anos), o que não foi respeitado, já que crianças de diversas idades foram impactadas pela campanha.
Veja o histórico do caso
http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/AcaoJuridica.aspx?v=1&id=209
Leia o primeiro parecer do Conar
http://www.consumismoeinfancia.com/29/06/2011/conar-caca-bruxas/
28/09/2011
O Conar divulgou no início de setembro seu novo parecer sobre a denúncia contra a campanha McLanche Feliz Rio. A decisão foi dada dois meses após o primeiro parecer, extremamente ofensivo ao Instituto Alana, em que o órgão chamava o Instituto de “bruxa” e minimizava o problema da obesidade infantil. Pressionado, o Conar reabriu a denúncia do Criança e Consumo, mas manteve a decisão de arquivamento do caso por unanimidade.
O motivo para o arquivamento final foi que, por ter sido exibido antes do filme, o anúncio não misturava seu conteúdo com o do longa, não havendo possibilidade de confusão entre propaganda e filme. Infelizmente, a realidade da campanha não era essa. A publicidade misturava realidade com ficção ao mostrar crianças voando junto com o Blu, personagem principal do filme.
Para o Projeto Criança e Consumo a ação é abusiva segundo o Código de Defesa do Consumidor e o próprio código de ética do McDonald´s, pelo qual a empresa se comprometeu a não direcionar publicidade para crianças em idade pré-escolar (menores de 6 anos), o que não foi respeitado, já que crianças de diversas idades foram impactadas pela campanha.
Veja o histórico do caso
http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/AcaoJuridica.aspx?v=1&id=209
Leia o primeiro parecer do Conar
http://www.consumismoeinfancia.com/29/06/2011/conar-caca-bruxas/
domingo, 9 de outubro de 2011
BLOGS QUE PARTICIPO
Caros(as amigos(as)
Quando criei esse blog meu objetivo era combater a banalização da violência e da pornografia nos meios de comunicação. Hoje praticamente essa luta tornou-se inviável. Nós pais fomos vencidos.
Posteriormente resolvi criar outros blogs com assuntos claros e definidos. Por exemplo
POLÍTICA
www.betinhoutopia.blogspot.com
Participo ainda dos seguintes blogs
MÍDIA
www.fiscaisdamidia.blospot.com
DIVERSOS
www.betinhoduarte.blogspot.com
http://betinhoduarte.zip.net
http://dilmanarede.com.br/
http://betinhoduarte.wordepress.com/
http://betinhoduarte.tumblr.com/
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Quando criei esse blog meu objetivo era combater a banalização da violência e da pornografia nos meios de comunicação. Hoje praticamente essa luta tornou-se inviável. Nós pais fomos vencidos.
Posteriormente resolvi criar outros blogs com assuntos claros e definidos. Por exemplo
POLÍTICA
www.betinhoutopia.blogspot.com
Participo ainda dos seguintes blogs
MÍDIA
www.fiscaisdamidia.blospot.com
DIVERSOS
www.betinhoduarte.blogspot.com
http://betinhoduarte.zip.net
http://dilmanarede.com.br/
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sábado, 5 de março de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
AFOGADOS NA PRÓPRIA BANHEIRA
Caros (as) amigos(as)
No dia 29/09/00, entrei com uma açao civil pública no
Ministério da Justiça, em Brasília, pedindo a classificação
etária do quadro A BANHEIRA DO GUGU já que o mesmo passava as tres horas da tarde de domingo.
Em 09/10/00 o Ministério da Justiça publica no Diário Oficial da União a classificação etária e o horário de exibição do quadro A BANHEIRA DO GUGU
para ápós as 21 horas. Ora , nesse horário, o programa DOMINGO LEGAL já estava fora do ar. Isso significou que o quadro A BANHEIRA DO GUGU foi definitivamente excluido da grade da programação do SBT.
EXCELENTE VITÓRIA
No GOOGLE tem ação judicial completa para os interessados.
AÇÃO CIVIL PÚBLICA COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA
No dia 29/09/00, entrei com uma açao civil pública no
Ministério da Justiça, em Brasília, pedindo a classificação
etária do quadro A BANHEIRA DO GUGU já que o mesmo passava as tres horas da tarde de domingo.
Em 09/10/00 o Ministério da Justiça publica no Diário Oficial da União a classificação etária e o horário de exibição do quadro A BANHEIRA DO GUGU
para ápós as 21 horas. Ora , nesse horário, o programa DOMINGO LEGAL já estava fora do ar. Isso significou que o quadro A BANHEIRA DO GUGU foi definitivamente excluido da grade da programação do SBT.
EXCELENTE VITÓRIA
No GOOGLE tem ação judicial completa para os interessados.
AÇÃO CIVIL PÚBLICA COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
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